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Pará faz conferência para discutir o setor de CT&I no estado 

Nilson Gabas Júnior, diretor do Museu Paraense Emílio Goeldi, representou a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos

Crédito- Reprodução

O estado do Pará abriu nesta segunda-feira (1º de abril), a Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I)  organizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) do estado. O objetivo é promover diálogos, palestras e oficinas para estimular o desenvolvimento científico e tecnológico no Pará. O encontro acontecerá até esta terça-feira (02), no auditório da Faculdade Estácio, em Belém. 

Na abertura do evento, o secretário da Sectet, Victor Dias, abriu e saudou os presentes, e falou sobre a importância da discussão sobre o tema. “Deste encontro tiraremos as necessidades estaduais e vocações para o progresso da região amazônica, em especial do Pará para a conferência nacional”, disse. 

Já o presidente da Fundação Amazônia de Amparo e Pesquisas, Marcel Botelho, falou sobre o investimento da Fapespa no setor de CT&I, lembrando que a fundação investiu de “forma expressiva desde 2019 aumentando em quase 10 vezes os recursos”.  Segundo ele, ainda insuficiente para que a Amazônia desenvolva o seu potencial. 

Nilson Gabas Júnior, diretor do Museu Paraense Emílio Goeldi, representou a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos , no evento. Ele falou sobre os recursos injetados na área de CT&I pelo ministério como o  descontingenciamento do FNDCT em 2023 sem mais de R$8 bilhões. “Com este recurso foi possível investir no programa Mais Ciência na Amazônia”, frisou Gabas em sua fala, dando um panorama sobre o que está sendo feito na área nos últimos anos e o que merece ser revisto e melhorado ao longo dos 14 anos de hiato sem a realização de conferências. 

O encontro reúne diversos agentes de instituições de ensino e pesquisa, públicas e privadas; sociedade civil; setor empresarial; comunidade acadêmica; organizações não governamentais; associações e demais entidades de classe para alinhar e definir planos, programas e projetos para integrar suas estratégias com propostas de caráter social, político, ambiental e econômico, além de explorar seus resultados na busca do desenvolvimento justo. 

Ainda fizeram parte da mesa de abertura, Clei Chagas, reitor da Universidade do Estado do Pará;  e Emanoel Tourinho, reitor da Universidade Federal do Pará.

Por Bel Neta